Espaço dos pais

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Dicas para tirar a fralda do seu filho


Entenda como você e a escola devem agir nesta importante fase

08/05/2014 15:18
Texto Lígia Menezes
Educar
Foto: Nana Sievers
Foto: Pais e professores devem trabalhar juntos quando chega o momento do desfralde
Pais e professores devem trabalhar juntos quando chega o momento do desfralde
Quando é hora de tirar a fralda? Qual a melhor maneira para fazer o desfralde? A escola deve ajudar? Essas são algumas dúvidas que surgem na cabeça dos pais quando a criança começa a crescer. Afinal, isso indica que ela já está dando os primeiros passos para ser mais independente. Parece pouco, mas o ato de tirar as fraldas faz com que os pequenos comecem a conhecer o próprio corpo, afinal, eles iniciam o processo do controle dos esfíncteres. Um enorme salto no desenvolvimento infantil. "É importante que os adultos transmitam sentimentos positivos à criança, como confiança, autoestima e segurança", indica a coordenadora da escola Be.Living, Denise Koga.
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Como contribuir para essa importante fase de formação da criança
Ajudar nesse processo pode parecer tarefa difícil, mas torna-se mais fácil se os pais transmitirem segurança e confiança aos pequenos! "Com tranquilidade, todos os envolvidos nessa transição podem colaborar de maneira bastante positiva e funcional", diz a psicopedagoga Anita de Cerqueira Cesar Ferreira, de São Paulo. O segredo é acreditar que eles são capazes e lembrar que todos nós também já passamos por isso.

Os pais, em conjunto com a escola, precisam ter paciência para enfrentar esse processo que envolve, sim, algumas escapadas dos xixis e dos cocôs. Aliás, é extremamente comum que muitas destas escapadas ocorram em um único dia. Principalmente nos primeiros dias que a criança está sem a tão prática fralda descartável. "Separem muitas peças de roupas para as possíveis trocas, para que tudo ocorra de maneira natural...", recomenda Anita. "Não se esqueça que os pequenos estão passando por um período de grande desafio e se encararmos como um processo natural, o controle dos esfíncteres se transforma em uma grande conquista".

Para tudo dar certo, é preciso que os pais trabalhem com os professores, pois cada um tem um papel bem específico nesta história. " Se possível, os professores devem relatar na agenda da criança como está o processo de desfralde na escola, para que ocorra essa troca de conhecimento com os pais", indica o psicólogo clinico Sebastião Souza, terapeuta familiar, de São Paulo.

















 



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  Alerta para cuidados com a meningococcemia



Sintomas

De acordo com a Vigilância em Saúde de Campinas, é preciso ficar atento ao sinal mais característico da doença meningocócica, que é febre acompanhada de dor de cabeça, vômito e, nas crianças muito pequenas, irritabilidade, choro, gemido, e letargia entre outros.
A sanitarista informa que a intervenção nas primeiras horas do início dos sintomas da meningite é fundamental para a boa evolução do caso. “Por isso, o diagnóstico e tratamento precoces, a notificação rápida e o esforço no sentido de identificar o agente etiológico são extremamente importantes”, diz.
O que fazer?
“Diante destes sinais, a pessoa deve ser encaminhada imediatamente ao serviço de saúde”, diz a enfermeira sanitarista Brigina Kemp, coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Campinas. “No caso da meningococcemia, podem ou não os sintomas já citados, além da presença de lesões ou manchas arroxeadas e avermelhadas na pele” explica.

Estatísticas
Com a confirmação, essa será a primeira morte por meningite em Americana este ano. Outros três casos sem morte de meningite meningocócicas foram registrados na cidade em 2011.
Campinas registrou 16 casos de meningite meningocócica, sendo 8 deles fatais.

Prevenção
Em 2010, a vacina contra a meningite meningocócica C foi introduzida na rotina do calendário básico de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A criança deve tomar três doses no primeiro ano de vida, aos 3 e 5 meses com um reforço aos 12 meses. A dose também está disponível para grupos específicos da população constituídos por pessoas imunocomprometidas. A meningite acomete pessoas de todas as faixas etárias, porém a maior incidência é observada em crianças menores de 5 anos, sobretudo em menores de 1 ano.
Fonte: EPTV


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Mordidas: esclarecimentos importantes

As mordidas são comuns nas escolas de educação infantil, principalmente entre 2 e 3 anos, quando a criança encontra-se na fase oral do desenvolvimento da personalidade, ou seja, ela explora o mundo e exprime suas emoções através da boca.

A criança tem o seu primeiro contato com o mundo através da boca, pelo seio materno, que lhe proporciona o prazer de saciar sua fome. Em razão dessa relação de prazer, à medida que cresce, leva outras coisas à boca, como as mãos, os pés e os brinquedos. Através desse contato, aos poucos vai percebendo várias diferenças como doce e salgado, duro e mole. E na escola, ao morder um amigo, descobre novas sensações de prazer, como em ver o susto, a reação, o choro do outro. A partir dessa sensação agradável, volta a fazer repetidamente.

As mordidas acontecem em situações de disputa por brinquedos ou quando entra uma criança nova no grupo, causando emoções como insegurança, medo da perda ou ciúmes do novato, já que a professora está com a atenção mais voltada para o mesmo. Também pode expressar que algo não anda bem no ambiente familiar. Como não consegue administrar seus sentimentos, manifesta o incômodo através da mordida.
Por vezes, os pais brincam de morder os filhos. Isso provoca confusão na mente da criança, que ainda não controla seus impulsos e não sabe distinguir o certo e o errado.

A mordida na escola é uma situação constrangedora para todos os envolvidos. Os pais da criança que mordeu sentem-se mal, ficam envergonhados, e os pais da criança agredida ficam chateados com o machucado do filho e sentem-se culpados por deixarem a criança na escola. Já a escola, por sua vez, tem a difícil tarefa de mediar as relações entre as crianças e seus familiares, a fim de amenizar os sentimentos negativos da situação.
Nessas circunstâncias, o manejo deve ser efetuado através da conversa, mostrando para os alunos que devem respeitar os amigos, tratá-los bem, com carinho e mostrar que a criança machucada fica triste, que chora por ter sentido dor. Impeça que a criança sinta-se premiada com o comportamento inadequado. Ela não deve usufruir daquilo que conquistou à base da mordida (isso vale para chutes, beliscões, tapas, arranhões). Além disso, estimule sempre um pedido de desculpas e peça ajuda para curar o machucado do colega.
Com o tempo, a criança aprende outras formas de se expressar e deixa as mordidas de lado. Se isso não acontecer a partir dos 3 ou 4 anos, e seu filho continuar a usar a mordida para aliviar tensões, é melhor ficar atenta.  Mordidas demais sinalizam agressividade sem controle!
Dra. Patrícia Fasolo Romani
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mestre em Saúde Coletiva
texto extraído de http://www.escolaleketreke.com.br/psicologa.html por Leiko

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Período de Adaptação/ Inserção na Escola

Início da vida escolar de uma criança é um período de suma importância, que merece muito cuidado e dedicação, tanto dos pais como da equipe pedagógica da escola. Esse é um período cheio de expectativas, algumas dúvidas, diversos momentos de alegria, conflitos e muitas, muitas descobertas. Nesta fase, a criança vive uma das mais importantes etapas do desenvolvimento humano, não apenas nos aspectos motor e intelectual, como também nos aspectos emocional e social. É na escola que ela começa a fazer amigos, socializa-se com crianças e adultos que não são seus familiares, além de participar de diversas outras atividades que contribuem para o seu desenvolvimento.
A adaptação nem sempre é fácil para as crianças. O encontro com um mundo novo é sem dúvida instigante, mas o desconhecido sempre traz um pouco de insegurança.
Por tudo isso, a inserção da criança na escola deve ser feita gradualmente e com muito cuidado, respeitando os limites e sentimentos das crianças e dos pais.
A maneira como a criança vai lidar com esse novo desafio depende de diversos aspectos. Alguns deles estão relacionados às experiências vividas em seus primeiros anos de vida. A criança que está acostumada a conviver com diferentes pessoas, em ambientes diversificados e a se relacionar com outras crianças tende a se adaptar mais rapidamente.
Outro aspecto determinante para o sucesso do processo de adaptação dos filhos é a atitude dos pais perante as reações da criança na escola. A confiança dos pais na instituição é imprescindível. Choros são comuns nesta fase. A criança ainda não consegue entender que aquilo que sai do seu campo visual continua a existir e a noção de reversibilidade ainda não está estruturada. Com isso, a insegurança em relação ao fato de a mãe ir embora e não voltar mais acaba gerando o choro e a ansiedade na criança.
Se os pais passarem segurança e tranquilidade para o filho, sua adaptação tende a ser tranquila. Nunca minta para seu filho saindo escondido ou dizendo que só vai ao banheiro e já volta. O choro pode até ser evitado, mas a confiança da criança será abalada, afinal, essa não é a verdade. Além disso, com o passar dos dias, a criança não mais acreditará nos pais e resistirá ainda mais para ficar na escola.
Algumas crianças levam mais tempo para se adaptar, mas, normalmente, com a colaboração dos pais, em poucos dias a criança se acostuma com o novo ambiente e cria vínculos com as pessoas com as quais vai conviver. Logo ela passará a frequentar o ambiente escolar com muito entusiasmo e dará início à sua incrível jornada em busca de descobertas e conhecimento com prazer.
Seguem algumas dicas para facilitar a adaptação de seu filho na escola:
Reserve pelo menos uma semana para fazer a adaptação de seu pequeno.
Leve-o para conhecer a instituição escolhida.
Cuidados devem ser tomados nesse período de adaptação em relação a: troca recente de residência, retirada de chupeta ou fraldas, troca de mobília do quarto da criança, perda de parente próximo ou animalzinho de estimação.
nicie o processo explorando e brincando com ele por alguns minutos no primeiro dia. Estimule a criação do vínculo entre seu filho e a professora (não tenha ciúme, essa será apenas mais uma das relações que ele terá com diferentes pessoas ao longo de sua vida). O vínculo com a professora é muito importante para facilitar a adaptação da criança.
Aos poucos, vá deixando de interagir com ela, permitindo assim que a criança brinque mais com os colegas e professoras. Desta forma ela vai se acostumar com seus novos companheiros e começar a entender que a mamãe não ficará naquele espaço.
Aumente gradativamente o tempo de permanência de seu filho na escola até que ele esteja adaptado. Não espere que ele fique cansado para levá-lo de volta para casa. Esse “gostinho de quero mais” é o que vai instigá-lo a voltar no dia seguinte.
Procure estabelecer uma rotina desde o momento que vocês saem de casa para a criança entender o que acontecerá e ficar mais segura.
Converse muito com seu filho e explique exatamente o que vai acontecer, quando você vai se despedir, por que, o que você fará neste período, o que ele fará e quando voltará para buscá-lo.
Passada a adaptação, quando você decidir ir embora, seja firme em sua decisão. Mesmo que seu filho chore, despeça-se com tranquilidade e diga sempre que você vai embora, mas voltará para buscá-lo, que ele vai brincar muito e que a escola é um ambiente legal e repleto de novidades. Não volte atrás na sua decisão, pois a criança perceberá facilmente sua insegurança e também ficará receosa. Tenha em mente que, se acontecer, o choro passará em poucos minutos. Essa é apenas uma adaptação a uma nova realidade que seu filho está enfrentando.
O choro na hora da separação é comum e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola.
A ausência do choro não significa que a criança não esteja sentindo a separação. Não force com violência e ansiedade a criança a ficar na escola.
Lembre-se de que o educador atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção, igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança.
Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o período de adaptação.
É comum se verificar, nessa fase, uma ambivalência de sentimentos.
Não é fácil presenciar nossos pequenos chorando ou angustiados, afinal, queremos privá-los de qualquer situação que lhes cause sofrimento, mas, acredite, a insegurança nesse início é normal e cabe a você fazer dessa adaptação um período tranquilo e sem traumas.
Força e Boa Adaptação!

Larissa Fonseca. Pedagoga formada pela Universidade de São Paulo. Pós-graduada em educação infantil e psicopedagogia. Psicomotricista em formação. Especialista no universo do brincar pelo Centro de Estudos Filosóficos Palas Athena e em psicanálise e educação pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.
(Texto extraído do site dican.com.br por Leiko)
Revista Primeiros Passos - Jan/11 Nº 16 ANO 4

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 COMO  BRINCAM OS BEBÊS
Marilena Flores Martins e Andrew John Swan

Os bebês

O nascimento de um bebê vem geralmente cercado de expectativas, sonhos e planos para o futuro. Quando nasce, o bebê humano ainda é prematuro se comparado a outros animais, pois ainda não completou a formação de seu sistema neurológico e perceptivo. Entre o nascimento e os três anos muita coisa acontece para que aprenda a controlar os esfíncteres, a comunicar-se pela fala, a andar e a ter mais independência dos familiares e adultos mais próximos. Ao alimentar ou trocar uma criança pequena não é só o cuidado com a alimentação e higiene são importantes, mas a afetividade que envolve essa situação.

É nessa primeira relação afetiva positiva que o bebê vai aprendendo a ter confiança em si próprio e nos adultos que o rodeiam. Ser cuidado por um adulto atencioso e amoroso, portanto, é muito importante para o desenvolvimento do bebê!

Quanto menor a criança mais as atitudes e procedimentos de cuidados do adulto são de importância fundamental para o trabalho educativo que realiza com ela, uma vez que o cérebro humano se desenvolve mais rapidamente durante os primeiros meses do que em qualquer outro período da vida, estabelecendo conexões que ficarão para sempre.

Os pais

Pais são os principais agentes do desenvolvimento infantil uma vez que é na interação com eles que os bebês conhecem o mundo ao seu redor. Os vínculos afetivos que se constituem nesse período irão influenciar a vida futura das crianças definindo, inclusive, se ela será regida por condutas pacíficas ou violentas, dependendo da qualidade dos laços afetivos que se formarem.

Várias pesquisas têm demonstrado que, ao brincar com as crianças durante os primeiros de vida, pode-se evitar problemas de saúde, do ponto de vista emocional e físico. Além disso, o ato de brincar reúne todas as condições necessárias para que o desenvolvimento infantil se processe de maneira harmoniosa. Oferecer aos bebês objetos com diferentes texturas e formas, além de entrar também na brincadeira, favorece as suas experiências sensoriais incluindo a exploração e a descoberta do mundo á sua volta e a maneira como relaciona os acontecimentos e interage com eles.

A criança pequena tem ainda grande afinidade com ritmos e formas da natureza e se sente fascinada pelos quatro elementos – terra, água, ar e calor – desejando ter experiências diversas com cada um deles. Os adultos podem estar orientando e direcionando essa aproximação, garantindo proteção e evitando acidentes. São importantes as experiências sensoriais com plantas e animais, que ajudam as crianças a conhecer diferentes sons, aromas e texturas, conquistando intimidade com a natureza.


Brinquedos e brincadeiras

Os pais são os parceiros preferidos pelas crianças pequenas em suas brincadeiras, pois embora elas gostem muito de estar com outras crianças, podem ter alguma dificuldade para brincar com elas.
Brinquedos e brincadeiras não têm idade, uma vez que, à medida que cresce, a criança se utiliza deles de diferentes maneiras. Porém, como o desenvolvimento ocorre muito rápido na fase do nascimento aos três anos, passaremos a enumerá-los por faixa etária apenas por uma questão prática.

Bebês e crianças até 1 ano e meio:

 Fazer caretas e sons para ser observado.
 Deixá-los brincar com seus dedos, pés, paninhos e bonecos de pelúcia quando estiverem em seus berços, camas ou sobre um tapete no chão.
 Brincar de esconder atrás de panos, lençóis, portas, etc.
 Oferecer diferentes texturas e tamanhos para tocar.
 Colocá-los em contato com diferentes aromas: flores, temperos.
 Imitar gestos e sons de animais domésticos.
 Fazer ginástica: pular sobre a cama, rolar no tapete, engatinhar, balançar nos joelhos.
 Brincar de esconder e achar pequenos objetos.
 Utilizar brinquedos empilháveis, com diferentes tamanhos e cores.
 Cantar para eles. Os rítmos podem ser calmos e as palavras importantes para o seu próprio desenvolvimento da linguagem. Utilizar objetos com diferentes sons.
 Mostrar livros com figuras e contar histórias curtas.

Bebês também aprendem com os pais e brincando com irmãos e irmãs mais velhos, portanto divida esses momentos. Quando as famílias eram maiores, os avós, tios e primos viviam próximos uns dos outros e brincavam bastante com as crianças.

Crianças, até as bem pequenas, precisam de atividades físicas para não colocar em risco a sua saúde.


Crianças de 1 ano e meio a 3 anos:

 Brincar de imitar gestos, tais como lavar o rosto, limpar a casa, engatinhar como gatos, por exemplo.
 Brincar de “Imitar o Mestre”, ou seja, faça tudo que o Mestre mandar tal como andar de quatro, cantar como um galo etc.
 Estimular jogos corporais de equilibrar-se em um pé só, pular com os dois pés, correr de olhos fechados etc.
 Ler uma pequena história e pedir que as crianças imitem os personagens principais, utilizando fantoches.
 Brincar de “faz-de-conta”, fantasiando-se com uma roupa velha ou de adulto.
 Grandes caixas de papelão para fazer carros, lojas ou somente para explorar.
 Blocos de construção e de encaixe em tamanhos e cores variadas, para construir com elas.
 Brinquedos com movimento e rodas: carrinhos de puxar ou empurrar, triciclos, cavalinho de pau.
 Jogos com bola, brincadeiras com balões (bexigas).
 Brincar com terra, areia e água.
 Brincar com pequenos animais.
 Brincar com tintas e outros materiais para o desenvolvimento da criatividade.
 Manusear diferentes instrumentos, tocá-los e cantar.

Nessa fase as crianças gostam de brincar com outras crianças compartilhando um mesmo objeto como, por exemplo, entrar em uma caixa e ser empurrado, jogar bola, vestir uma boneca etc. Brincar com crianças mais velhas desperta nestas o senso de cuidado e oferece para as menores modelos a serem seguidos.


Pontos conclusivos
Brincar deverá sempre considerar as necessidades da criança.
Todas as crianças são diferentes. Elas têm diferentes gostos e brincam diferentemente.
Brincar é sempre controlado pela criança. Por isso também é importante.
Quando brincar se torna parte da rotina familiar, criar as crianças parecerá mais divertido e menos trabalhoso. Excelente para a saúde da criança e dos pais!
Muitas pessoas irão influenciar as experiências da criança pelo brincar. Os pais são as mais importantes!
Brincando com as crianças os pais tem menos ansiedade, estresse e mais felicidade.
Famílias devem brincar juntas, brincadeiras e jogos não são somente para as crianças.
O desenvolvimento na infância, proporcionado pelo brincar, é para toda a vida!


Andrew John Swan é ludoeducador e Marilena Flores Martins é presidente da IPA Brasil. www.ipadireitodebrincar.org.br 


Extraído do site  http://www.senado.gov.br/senado/programas/infanciaepaz/eventos/semana3/detalha_txt.asp por Leiko

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